O Que é E Como Construir Um Para o Seu Negócio

27 Nov 2018 05:52
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<h1>Como Criar Um Neg&oacute;cio</h1>

<p>N&atilde;o queremos ofender quem deixa o levain no hotelzinho antes de viajar, alimenta o fermento diariamente, fica contando o tempo de vida e pesquisando os nomes das leveduras. Todavia vai por aqui um aviso: levain n&atilde;o &eacute; bichinho de estima&ccedil;&atilde;o. Leveduras s&atilde;o seres vivos que promovem a fermenta&ccedil;&atilde;o (as usadas pela panifica&ccedil;&atilde;o s&atilde;o fungos da fam&iacute;lia das sacaromicet&aacute;ceas) e requerem qualquer cuidado, no entanto da&iacute; a trat&aacute;-las como pet vai um alongado caminho.</p>

<p>E, ademais, n&atilde;o &eacute; dessa forma t&atilde;o f&aacute;cil matar o fermento, como ensina a nutricionista Neide Rigo, padeira de primeira, blogueira e colunista do Paladar (ela assina a coluna mensal Nhac!). Neide conta que de imediato deixou o levain pela geladeira por 4 meses sem aliment&aacute;-lo e ele continuou vivo. Algumas vezes. Basta tir&aacute;-lo da geladeira, absorver farinha, &aacute;gua, aguardar umas horas e utilizar. 16/10/2015 | 08h09 O que acontece se eu cortar o a&ccedil;&uacute;car da dieta?</p>
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<p>Um lembrete para ti se arriscar a fazer p&atilde;o de fermenta&ccedil;&atilde;o natural sem medo de resolver com o fermento. Foi numa aula de p&atilde;es de Neide pela cozinha do Paladar que surgiu a ideia de desmistificar o levain. “Muita gente fica com terror de fazer p&atilde;o visto que descobre que n&atilde;o vai saber cuidar do fermento”, diz. O epis&oacute;dio &eacute; que em t&atilde;o alto grau suportar com ele como fazer p&atilde;o &eacute; muito mais f&aacute;cil do que parece.</p>

<p>“As pessoas est&atilde;o complicando uma coisa t&atilde;o descomplicado, nossas av&oacute;s faziam p&atilde;o todos os dias sem depender saber os nomes das leveduras ou captar de processos”, diz Neide. Pra perder o susto de matar o levain logo de cara, a primeira li&ccedil;&atilde;o vai direto ao ponto: morreu, joga fora e faz outro.</p>

<p>“Aprendi isso com o Michel Cir&egrave;s, um padeiro do sul da Fran&ccedil;a, que conheci num workshop no Senegal, um evento em que ele participou ensinando as mulheres a utilizar gr&atilde;os locais para fazer p&atilde;o e eu ensinei a fazer tapioca. Michel esqueceu o levain que havia trazido da Fran&ccedil;a num hotel em outra cidade.</p>

<p>Quando perguntei o que ele ia fazer, ele deu de ombros e respondeu: vou fazer outro. Ficou com &aacute;gua pela boca? Cadastre-se na nossa newsletter! Este email n&atilde;o est&aacute; correto. Por gentileza, tente novamente. Brevemente voc&ecirc; receber&aacute; os melhores tema do Paladar no teu email! Por gentileza, recarregue a p&aacute;gina e tente novamente.</p>

<p>Foi com o padeiro franc&ecirc;s assim como que Neide compreendeu que essa mania de achar que quanto mais velho for o levain melhor &eacute; bobeira. O fermento vai sendo alimentado com nova farinha a cada vez e adquirindo outras leveduras, at&eacute; que l&aacute; pelas tantas resta pouco, ou nada, do fermento original. O padeiro Rog&eacute;rio Shimura, dono da Levain Universidade de Panifica&ccedil;&atilde;o, em S&atilde;o Paulo, &eacute; outro que n&atilde;o oferece a m&iacute;nima pra idade do fermento. Numa oficina no Paladar Cozinha do Brasil, ele mostrou ao p&uacute;blico que algumas vezes se cansa do fermento, joga fora e faz outro. Brincadeiras &agrave; parte, dispensar um fermento antigo faz significado, o fermento novo &eacute; mais forte e menos &aacute;cido, portanto de vez em quando realmente compensa trocar.</p>

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